O mercado de celular na nuvem passou por mudanças significativas nos últimos anos. O que antes era apenas uma alternativa simples aos emuladores Android evoluiu para uma ferramenta profissional voltada a marketing digital, arbitragem de tráfego e gestão de contas móveis em escala.
Hoje, para uma operação estável, não basta apenas ter acesso remoto a um android na nuvem. Tornaram-se fundamentais fatores como isolamento de ambiente, integração com proxies, escalabilidade, resistência a sistemas antifraude e automação. É justamente por isso que surgiu uma nova geração de celulares na nuvem, desenvolvidos para cenários comerciais — e não apenas para testes de aplicativos.
Neste artigo, não apresentamos um ranking. Em vez disso, realizamos uma comparação aprofundada de soluções de celular na nuvem de nova geração, analisando arquitetura, capacidades e limitações, para entender quais plataformas são mais adequadas às demandas de marketing e arbitragem de tráfego.
Em que os celulares na nuvem de nova geração diferem dos emuladores Android
Celulares na nuvem e emuladores Android costumam atender objetivos semelhantes, mas são construídos com abordagens fundamentalmente diferentes.
Arquitetura e isolamento
Emuladores Android utilizam ambientes virtuais que simulam o funcionamento de um dispositivo móvel. Mesmo com boa otimização, essa arquitetura continua sendo um compromisso técnico, gerando inconsistências que podem ser detectadas por sistemas antifraude.
Já os celulares na nuvem de nova geração oferecem ambientes Android isolados na nuvem, muito mais próximos de dispositivos reais. Cada perfil funciona como um telefone independente, reduzindo significativamente o risco de vinculação entre contas.
Rede e uso de proxy
Nos emuladores, as configurações de rede geralmente dependem da máquina host, exigindo ajustes adicionais — especialmente em cenários de escala.
Plataformas modernas de celular na nuvem oferecem arquiteturas de rede flexíveis, permitindo configurar proxies e parâmetros de conexão por dispositivo. Isso facilita o gerenciamento de tráfego e aumenta a estabilidade operacional.
Escalabilidade e confiabilidade
Emuladores são diretamente limitados pelos recursos do computador local ou servidor, o que restringe o número de dispositivos simultâneos.
Celulares na nuvem são projetados para infraestruturas escaláveis, onde a adição de novos dispositivos não compromete o desempenho, mesmo sob carga prolongada.
Aplicação prática
Na prática, emuladores são mais indicados para testes de aplicativos ou tarefas pontuais. Já os celulares na nuvem de nova geração são usados em marketing, arbitragem de tráfego, operações massivas com contas móveis e automação de processos.
Por isso, o celular na nuvem vem sendo visto não como um substituto direto do emulador, mas como a próxima etapa da infraestrutura mobile para negócios.
Como comparar celulares na nuvem: critérios principais
Para uma comparação objetiva, é essencial avaliar não apenas especificações técnicas, mas o quanto a plataforma suporta operações estáveis e escaláveis com contas móveis.
Nível de independência dos dispositivos
Cada celular na nuvem deve operar como um dispositivo móvel único, com ambiente próprio. Falhas nesse isolamento aumentam o risco de vinculação entre contas e reduzem a resistência a sistemas antifraude.
Flexibilidade de rede
É fundamental que proxies e configurações de rede sejam definidos por dispositivo, sem pontos de interseção. Isso impacta diretamente a estabilidade e o controle do tráfego.
Facilidade de escalabilidade
A plataforma precisa permitir criação e remoção rápida de dispositivos, além de gestão centralizada de grandes volumes de celulares na nuvem sem perda de performance.
Suporte à automação
APIs e ferramentas de automação reduzem trabalho manual e permitem processos repetíveis e escaláveis — essenciais para equipes e agências.
Estabilidade sob carga contínua
Para usos comerciais, o android na nuvem deve operar de forma previsível, sem travamentos, falhas recorrentes ou degradação de desempenho.
Resistência a sistemas antifraude
Avalia-se a capacidade da plataforma de minimizar sinais técnicos usados por sistemas antifraude para identificar relações entre contas.
Esses critérios são usados ao longo do artigo para identificar quais soluções de celular na nuvem são realmente adequadas para marketing e arbitragem profissional.
Como as plataformas de celular na nuvem atendem aos requisitos do mercado
A seguir, analisamos como as principais soluções de celular na nuvem atendem a esses critérios, destacando abordagens arquiteturais, vantagens e limitações.
O objetivo é mostrar diferenças reais de funcionalidade, custo e maturidade, ajudando a escolher a plataforma mais adequada para cada cenário e volume de operação.
Multilogin: Avaliação frente aos critérios-chave

Arquitetura e isolamento
O Celular na Nuvem Multilogin foi desenvolvido desde o início como um celular Android completo na nuvem, e não como um emulador. Os dispositivos são executados integralmente na nuvem, sem depender de recursos do computador local, eliminando limitações típicas da emulação.
Cada celular na nuvem funciona como um dispositivo Android isolado, com parâmetros realistas e suporte a versões atuais do sistema — do Android 10 ao Android 15. É possível escolher marcas e modelos reais (Samsung, Vivo, Redmi, Google, entre outros), aumentando a consistência do ambiente ao trabalhar com contas móveis.
Essa arquitetura estende naturalmente a abordagem antidetect do Multilogin, focada em perfis duráveis e independentes.
Rede e uso de proxy

Diferentemente da maioria das plataformas, o Multilogin oferece proxies residenciais integrados como parte do produto, sem exigir compra externa ou integração obrigatória com parceiros.
Isso permite:
Reduzir complexidade operacional
Minimizar riscos de vazamentos e falhas de rede
Tornar o custo total mais previsível ao escalar
Ainda assim, a plataforma permite integrar provedores externos de proxy, oferecendo flexibilidade total.
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Escalabilidade e automação

O celular na nuvem Multilogin é integrado ao ecossistema Multilogin, facilitando o gerenciamento de perfis móveis e o trabalho em equipe — desde usuários individuais até times com centenas de dispositivos.
Atualmente, a automação e API específicas para celular na nuvem estão em desenvolvimento. Isso posiciona o produto para operações manuais e semi-automatizadas, com um roadmap claro de evolução baseado na experiência do Multilogin em automação de perfis de navegador.
Estabilidade e suporte
O celular na nuvem é tratado como parte de um stack profissional antidetect, e não como produto de consumo. Isso se reflete na estabilidade, atualizações regulares e ausência de módulos publicitários ou software indesejado, comuns em emuladores gratuitos.
Segurança e restrições
O celular na nuvem Multilogin foi desenvolvido e é suportado como um produto europeu, em conformidade com os requisitos do RGPD . Os dados do usuário são garantidos como excluídos três meses após o término da assinatura, o que é importante para empresas que trabalham com contas sensíveis e precisam cumprir as exigências de retenção de dados.
Do ponto de vista da segurança técnica, o Multilogin utiliza proteção em vários níveis:
- As senhas são criptografadas e não são armazenadas ou transmitidas em texto não criptografado;
- Os dados da conta são protegidos com criptografia AES ;
- As sessões dos usuários são criptografadas antes de serem armazenadas na nuvem , reduzindo o risco de comprometimento mesmo ao acessar a infraestrutura.
Essa abordagem diferencia o Multilogin de plataformas onde a segurança é descrita em termos gerais ou acompanhada por termos vagos de acesso aos dados do serviço.
As limitações atuais incluem a falta de automação disponível publicamente para o celular na nuvem, o que é importante para equipes que planejam cenários totalmente roteirizados. No entanto, para tarefas em que o controle de dados , a conformidade e a segurança operacional são prioridades , a arquitetura Multilogin é mais previsível e madura.
Posicionamento final
O celular na nuvem do Multilogin foi projetado para especialistas em gerenciamento de múltiplas contas móveis, profissionais de marketing e equipes de arbitragem que valorizam dispositivos Android realistas, versões atualizadas do sistema operacional, uma rede previsível e escalabilidade sem comprometer a infraestrutura.
O Multilogin se destaca de seus concorrentes não pelo conjunto de módulos auxiliares, mas sim por sua arquitetura e foco em cenários profissionais.
GeeLark: Conformidade com critérios-chave

Arquitetura e isolamento
O GeeLark se posiciona como um celular na nuvem, diferente de emuladores Android, e declara parâmetros exclusivos de dispositivo (IMEI, MAC, versão do sistema operacional, entre outros). No entanto, a profundidade técnica da implementação antidetect não é divulgada: o site não apresenta uma descrição detalhada dos parâmetros de sistema controlados nem dos mecanismos de proteção no nível do Android. Como resultado, o nível de isolamento é avaliado mais com base em declarações do que em documentação transparente.
Rede e uso de proxies
A plataforma oferece ferramentas para conexão e gerenciamento de proxies, incluindo importação em massa e verificação. É declarado suporte a proxies HTTP(S), SOCKS e proxies móveis.
Ao mesmo tempo, os proxies aparecem como uma integração, e não como uma parte incorporada aos planos. As formulações nos Termos de Uso criam confusão adicional entre o telefone em nuvem e um serviço de proxy separado, o que dificulta a compreensão da arquitetura de rede.
Escalabilidade e automação
O GeeLark é promovido como um painel único com suporte a ações em massa, sincronização e modelos de RPA. Essa abordagem pode ser conveniente para equipes que valorizam a automação de processos em uma única interface, especialmente para o gerenciamento de múltiplas contas móveis.
Por outro lado, o modelo de uso combina assinatura com cobrança por minuto, além de formatos separados de aluguel de dispositivos. Em operações ativas, isso pode reduzir a previsibilidade do custo total de propriedade.
Estabilidade e suporte
O serviço possui uma entidade jurídica formalizada (42STUDIO PTE. LTD, Singapura), documentação pública e canais de suporte ativos. No Trustpilot, há cerca de 49 avaliações com nota aproximada de 4,4, o que oferece uma percepção geral positiva do produto.
Segurança e limitações
O site declara criptografia de dados, porém sem detalhes técnicos. Nos Termos de Uso, existem formulações que permitem ao serviço acessar contas e alterar condições de operação, o que pode gerar questionamentos do ponto de vista de segurança operacional. A política de reembolso é relativamente rígida e limita as possibilidades de teste sem riscos financeiros.
Posicionamento final
O GeeLark é adequado para equipes que buscam um amplo conjunto de funcionalidades em um único produto — celular na nuvem, automação e ferramentas auxiliares, incluindo integração com proxies móveis. Ao mesmo tempo, para cenários em que são críticos a profundidade do antidetect, uma arquitetura de rede transparente e custos previsíveis, as limitações da plataforma devem ser consideradas antecipadamente.
MoreLogin

Arquitetura e isolamento
A MoreLogin promove o celular na nuvem como uma solução segura para trabalhar com contas mobile e afirma gerenciar milhões de contas e um grande número de parâmetros do dispositivo. No entanto, nas páginas de produto não há uma descrição transparente sobre quais parâmetros específicos do Android são controlados nem em que nível de funcionalidade a função antidetect é implementada. As formulações são majoritariamente de marketing e não permitem avaliar a profundidade da proteção no nível do ambiente do dispositivo ou das propriedades do sistema.
Um ponto positivo é a presença da API de celular na nuvem e da automação orientada por ADB, o que é conveniente para equipes que constroem fluxos técnicos mais avançados.
Rede e uso de proxies
No MoreLogin, não há proxies integrados no plano padrão. A plataforma indica explicitamente que os usuários devem conectar seus próprios proxies ou adquiri-los de parceiros por meio de um serviço de proxy separado. Isso é confirmado pela documentação, pela página de preços e pela existência de um acordo separado para compra de proxies.
Além disso, para iniciar um celular na nuvem, é obrigatório o uso de um proxy SOCKS5 — sem ele, o dispositivo pode não iniciar. Isso aumenta a complexidade operacional e o custo total. Outra limitação adicional é a falta de suporte para alguns clientes de proxy locais (9225S, Pia S5, ABCproxy), o que pode ser crítico para parte dos usuários.
Como ponto positivo, a interface oferece gerenciamento em massa de proxies e ferramentas de diagnóstico de rede.
Escalabilidade e automação
O MoreLogin oferece funcionalidades práticas para gerenciar um grande parque de dispositivos: tags, grupos e busca por parâmetros de proxy. Isso facilita a administração quando se trabalha com muitos celulares na nuvem.
Por outro lado, o modelo operacional exige monitoramento constante. É utilizada uma tarifação por minuto (US$ 0,006/minuto), com limites diários, além de regras adicionais: cobrança por armazenamento quando o dispositivo está inativo, congelamento do dispositivo em caso de saldo baixo e exclusão automática após 7 dias, com perda total dos dados. Para equipes, isso cria um risco real de perda não intencional do estado dos dispositivos.
Estabilidade e suporte
O serviço conta com um Help Center público, documentação e materiais educacionais regulares, o que é positivo do ponto de vista de onboarding.
No entanto, no Trustpilot, existem relatos de usuários que enfrentaram problemas nas primeiras horas de uso e tiveram reembolso negado. Isso está alinhado com os termos da plataforma, nos quais o reembolso é possível apenas mediante “motivos especiais”, ficando a decisão final a critério do serviço.
Segurança e limitações
A Política de Privacidade é datada de 2022 e apresenta formulações genéricas sobre medidas de segurança, sem detalhamento técnico. Um acordo separado sobre proxies reforça que a parte de rede é uma área de responsabilidade independente, o que é um ponto importante a ser considerado ao trabalhar com contas sensíveis e dados críticos.
Posicionamento final
O celular na nuvem do MoreLogin pode ser adequado para equipes que priorizam gestão rápida, automação e uma abordagem de ecossistema “tudo em um”. No entanto, para cenários em que proxies integrados, arquitetura antidetect transparente e custos previsíveis são críticos, a plataforma apresenta riscos operacionais e financeiros relevantes, que devem ser avaliados com cuidado antecipadamente.
DuoPlus
Arquitetura e isolamento
O DuoPlus utiliza uma linguagem de marketing genérica, como “impressão digital do navegador” e “ambientes independentes”, mas não revela exatamente quais parâmetros do ambiente Android ela controla.
Um risco adicional está no fato de que a documentação e os termos enfatizam a dependência do celular na nuvem em hardware físico, bem como a possibilidade de desgaste ou falha desse hardware. Para cenários que exigem um ambiente de longa duração, isso representa uma fonte significativa de instabilidade.
Trabalho de rede e proxy
O DuoPlus não inclui proxies integrados e, na prática, o uso de proxies é essencial para o funcionamento do celular na nuvem. A documentação afirma explicitamente que o serviço exige um proxy e oferece suporte apenas a SOCKS5. Após a compra de um celular na nuvem, o usuário é automaticamente direcionado para a configuração do proxy, e o funcionamento correto é descrito como dependente de uma configuração de rede bem-sucedida. A Central de Ajuda possui uma seção separada com provedores de proxy recomendados.
Prós: guias oficiais e integrações com os principais provedores de proxy facilitam a conexão para usuários experientes.
Escalabilidade e automação
Do ponto de vista da experiência do usuário (UX), os proxies no DuoPlus não são um recurso opcional, mas sim uma etapa obrigatória de onboarding, o que torna o início mais complexo e aumenta a probabilidade de erros.
Ao mesmo tempo, a Central de Ajuda demonstra um forte foco em gerenciamento em massa, API, RPA e acesso ADB/ROOT, o que pode ser uma vantagem para equipes técnicas que desenvolvem processos automatizados.
Estabilidade e suporte
As evidências apresentadas no site são compostas principalmente por avaliações incorporadas. No Trustpilot, existem cerca de 20 avaliações, mas o serviço está marcado como não responsivo a avaliações negativas, o que representa um sinal de alerta para equipes de produção.
Entre os pontos positivos estão uma Central de Ajuda bem estruturada, a presença de guias e registros de atualizações, o que geralmente indica que há trabalho ativo sendo realizado no produto.
Segurança e restrições
A Política de Privacidade declara explicitamente que os dados pessoais são armazenados na China (RPC) e podem ser transferidos internacionalmente, o que cria riscos de conformidade para algumas empresas. Os Termos de Serviço também afirmam que, em caso de falha de hardware, os dados de contas de terceiros podem ser apagados, e o serviço não se responsabiliza por quaisquer perdas.
Posicionamento final
O DuoPlus pode ser adequado para usuários técnicos que valorizam acesso ADB/ROOT, APIs e automação, e que estejam dispostos a gerenciar sua própria infraestrutura de proxy. No entanto, para cenários em que uma rede integrada, custos previsíveis, segurança de dados e conformidade regulatória são essenciais, a plataforma provavelmente não é a mais indicada.
VMOS Cloud
Arquitetura e isolamento
O VMOS Cloud se apresenta mais como um Android em nuvem do que como uma ferramenta antidetect especializada. As páginas trazem muitas promessas de “dispositivo real” e “antibloqueios”, mas não há uma matriz transparente de fingerprints: não fica claro o que exatamente é controlado no nível dos parâmetros do dispositivo e da rede.
Rede e uso de proxies
O VMOS Cloud não inclui proxies por padrão no produto de celular na nuvem. Os proxies ficam em uma área separada de compra e, segundo as páginas, são implementados por meio do parceiro OwlProxy. Isso implica uma camada adicional de custos e de configuração.
Em avaliações, aparecem reclamações sobre a qualidade e a “coerência” dos proxies (geolocalização/DNS/classificação de IP), o que é crítico para cenários em que a correspondência de localização e a estabilidade dos sinais de rede são essenciais.
Escalabilidade e automação
O VMOS Cloud declara suporte a Open API e a cenários automatizados, além de anunciar um SLA de 99,9% nos materiais de marketing. Isso pode ser um ponto positivo para equipes que precisam de acesso programático à gestão de dispositivos.
Ao mesmo tempo, os detalhes do SLA (métricas, exceções, compensações) não são divulgados publicamente, e a precificação nas páginas em russo (RU) parece pouco transparente.
Estabilidade e suporte
O enquadramento jurídico do VMOS Cloud está vinculado a Hong Kong (HK), o que pode ser inconveniente para clientes da UE e da CEI em caso de disputas. No Trustpilot, o serviço apresenta uma avaliação baixa com uma amostra pequena de reviews e uma alta proporção de feedbacks negativos, o que funciona como um sinal de risco.
Segurança e limitações
A política de privacidade indica a coleta de identificadores do dispositivo (IMEI, Android ID, entre outros) e transferências internacionais de dados com armazenamento em HK, o que gera riscos para parte das empresas. Na documentação, aparecem formulações genéricas ou incompletas sobre segurança, o que reduz a transparência.
Posicionamento final
O VMOS Cloud pode atender usuários que precisam de um android na nuvem com API e automação para cenários específicos em redes sociais. No entanto, é uma solução questionável para marketing e arbitragem, onde são fundamentais uma arquitetura antidetect transparente, uma rede integrada e controlada, condições previsíveis de reembolso e conformidade regulatória (compliance).
Celular na nuvem: Resumo comparativo
| Critério | GeeLark | MoreLogin | DuoPlus | VMOS Cloud | Multilogin |
| Proxies integrados ao produto | ❌ | ❌ | ❌ | ❌ | ✅ |
| Proxies não são obrigatórios para iniciar | ⚠ | ❌ | ❌ | ⚠ | ✅ |
| Arquitetura transparente / isolamento | ⚠ | ⚠ | ⚠ | ⚠ | ✅ |
| Custo previsível (TCO) | ⚠ | ❌ | ❌ | ❌ | ✅ |
| Conformidade com GDPR / UE | ⚠ | ⚠ | ❌ | ❌ | ✅ |
| Adequado para trabalho de longo prazo com contas | ⚠ | ⚠ | ❌ | ⚠ | ✅ |
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Considerações finais
A comparação mostra que a maioria dos celulares na nuvem disponíveis no mercado ainda permanece como soluções de compromisso: com proxies externos obrigatórios, configuração de rede complexa, faturamento pouco transparente e riscos jurídicos elevados. Essa abordagem dificulta a escalabilidade e torna o trabalho de longo prazo com contas móveis menos previsível.
Nesse contexto, o celular na nuvem do Multilogin se destaca por uma arquitetura madura, um modelo de rede integrado e controlado, conformidade com o GDPR e foco em cenários profissionais. Para marketing e arbitragem, onde estabilidade, segurança e operação “de longo prazo” são essenciais, essa abordagem se mostra a mais sustentável.
Perguntas Frequentes
Um celular na nuvem é um dispositivo Android isolado que roda na nuvem, em vez de emular o Android em um PC. Ele não depende de recursos locais do computador, utiliza um ambiente mais realista e é mais adequado para uso a longo prazo com contas móveis.Sim, desde que a plataforma ofereça isolamento de dispositivos, uma rede estável e condições de uso previsíveis. Esses são os fatores que determinam a resiliência das contas à medida que elas crescem.
A segurança depende da arquitetura da plataforma. O Multilogin está em conformidade com o RGPD, utiliza criptografia AES, hash de senhas e criptografia de sessão, e exclui os dados três meses após o término da assinatura.
A automação integrada e as APIs para o celular na nuvem estão atualmente em desenvolvimento. O produto prioriza uma operação estável e segura, em vez de cenários rápidos, porém arriscados.
Para especialistas em gerenciamento de múltiplas contas móveis, equipes de marketing e arbitragem que valorizam dispositivos Android realistas, controle de rede, conformidade e escalabilidade sem comprometer a infraestrutura.